Como eu sou boa aluna e sempre aplico tudo o que eu acabo de aprender... (até parece!)
Aristóteles, além de ser um cara super popular pelos blogs aí a fora, estabeleceu uma certa relatividade para a ética. Isso significa que as posições éticas oscilam conforme o momento e circunstância.
Sendo assim, eu não devo me sentir culpada. Ora, quando primeiro acho que está tudo ótimo do jeito que está, depois penso que o mundo é uma merda. Ora, quando sinto saudades dos meus amigos quando eles estão do meu lado e depois não sou gente suficiente pra me aproximar. Ora, quando primeiro acho que política é um cú e que é tudo a mesma bosta e depois quero ter consciência e votar como gente grande. Ora, fazendo tudo isso, minha consciência pesada diz: "não há nada de errado. Estás, Dayanne, sendo radicalmente aristotélica!".
O pequeno detalhe que eu deixo de lado é que Aristóteles também disse que fundamental à felicidade humana é o meio termo. Sendo assim, eu não posso ser radical e aristotélica, não na mesma frase.
De certo, eu não entendo nada de filosofia, mas duvido que qualquer um que entendesse pudesse me ajudar. Eu preciso é de um psiquiatra.
Bom, taí que movimento pendular não é mais só uma coisa difícil de física que eu errei na fuvest!
2 comentários:
Day,
Só uma coisa: eu discordo completamente do Aristóteles! Não é porque ele é famoso que tá certo. Não devemos buscar o meio termo, mas sim viver os extremos! Ae! porque é isso que traz felicidade! hhihi
Mas eu me sinto parecida com vc.
Agte já disse que é parecida, pelo menos em relação a muita coisa agente pensa igual.
E eu quero votar igual adulta. Mas como?
Day,
o Aristóteles mexeu mesmo com todo mundo né? nossa.. hahaha
e eu acredito no meio termo sim, como uma utopia a ser buscada... E relaxa que política é foda, a vontade de se alienar é grande, mas ai você pensa que não pode fazer isso e coisas do tipo... debates internos são legais! hahah
Bjo
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