Emoção define tudo e nada numa coisa só de forma tão brilhante que chega a ser confusa. A idéia inicial era fazer desse artigo uma resenha do show do Coldplay de 28 fev. Descobri que não posso fazer isso. Por quê? Ora, emoção.
Tietagem embasbacada e acrítica talvez fosse mais apropriado, mas eu prefiro emoção. Daí que a incapacidade de criticar (ou de olhar daquele jeito chato que todo jornalista sabe olhar) meus ídolos, me deixou sem tema para o artigo. Sem tema, não! Não há saída melhor que fazer daquilo que derruba a pauta, uma pauta.
Quando tudo parecia parado, eu surtei. Agora que tudo parece se mover mais rápido do que posso suportar, eu corro! Sentindo tudo ao mesmo tempo, tudo e nada, de uma forma tão confusa quanto esse texto.
Tantos que eu amo, tantos a amar, tantos admirados. Todos distantes.
Em suma, acho que tudo de que preciso é de um abraço. Eu sinto muito...
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2 comentários:
Oferecer-lhe-ia um abraço se tivesse encontrado contigo na USP essa semana. Já que não foi possível, oferecerei quando a vir, espero que em breve,sim.
bejo
Como vc é tiete! hahuahua
Brincadeirinhaaa!
helena voltando à blogosfera!
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